sábado, 25 de janeiro de 2014

teste

Olá leitores, eu estava morrendo de saudades. Sei que ando mega - blaster - master sumida, mas estou sem computador, e no trabalho não ando tendo muito tempo para postagens novas. Mas... a sorte sorriu pra mim (o tempo também ajudou muito). Vou começar a faculdade, e sair desse emprego, e pra melhorar vou estar com meu computador essa semana. Na parte da manhã e um pouco da tarde ficarei estudando, mas a noite me dedicarei totalmente ao blog. Resumindo esse blá blá blá = o blog voltará a ativa.


Chega de papo furado né? Hoje o assunto é sobre passado.


Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára (...)



Será que é possível achar novidades em um museu? ou será que o Cazuza cometeu uma grande falha ao escrever essa música?


Muitas vezes desistimos de algo, ou até mesmo alguém por achar que não vale mais a pena tentar de novo. No post de hoje quero causar uma confusão dentro de você (leitor). 


Vamos imaginar que as pessoas são como museus. Quando não as conhecemos é algo novo, onde sempre há uma peça nova para observar. O tempo é o causador das maiores alterações na vida, dessa maneira, depois de um certo tempo deixamos de achar novidades no museu, ele se torna velho, ele perde sua essência.


No exemplo acima, falo de sentimentos, de intimidade, do cotidiano. Depois de meses ou anos ao lado de alguém, muitas vezes nos tornamos intolerantes e em um deslize qualquer deixamos de visitar aquele museu. Depois de um tempo sem frequentar o museu, passamos por uma fase de esquecimento, e enfim, esquecemos o velho museu (que foi novo um dia, mas disso ninguém mais lembra).


Será que a vida tem que ser nova o tempo todo? Será que nossos sentimentos em relação a outras pessoas não podem simplesmente mudar, ao invés de sumir?


Cartas perdidas para o meu ex amor...


Eu não me lembrava da sua existência.


Mas como tudo na vida, eu ia me lembrar.


Eu estava em pé no meio fio, esperando o sinal fechar. Claro, você deixou de existir para mim, mas mesmo assim você ainda existia. Não é nada fácil apagar uma existência, quando uma pessoa ainda existe. E eu te vi. Você não me viu. Você caminhava daquele jeito estranho, que só você tem. Não notava o mundo, pois seus fones de ouvidos estavam mais altos do que qualquer som emitido naquele momento. Você passou e deixou uma faísca, em cada pegada uma lembrança renascerá em mim. Eu sorri, e em seguida me emburrei. Lembrei que as lembranças que me abitavam, abitavam também um velho museu. Você. Meu ex amor, minha caixinha de velhas lembranças. Eu. A arrependida, a que guardava mágoas. Em meio há faíscas de lembranças, lembrei que você já foi um amigo. Melhor do que qualquer lembrança, vi renascer novidades nesse velho museu. Você.


Nesse pequeno texto, é possível perceber que um velho amor também pode renascer. Se uma amizade pode virar amor, por que um amor não pode virar amizade? 


Deixo a vocês essa pequena incógnita. 








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